
Você acredita na frase: “Quando a gente ama é claro que a gente cuida?”
Há quem acredita incondicionalmente. Eu, porém, tenho minhas críticas.
Você sempre está de bem com a vida para amar? Acho que a resposta para essa pergunta é: nem sempre.
Somos providos de um imaginário que viaja no mundo da lua. Acreditamos que para um relacionamento dar certo não deve haver brigas, acreditamos em príncipe encantado, no homem ou mulher ideal. Acreditamos na verdade, na nossa fantasia e não na realidade.
Posso estar sendo dura nas palavras, mas afinal, a vida não é dura?
Quando a gente ama, cuidamos da outra pessoa com muito afinco, atenção, cuidado. Mas existem momentos da nossa vida que esse cuidado deixa a desejar.
Nem sempre estamos dispostos a olhar para o outro com tanta dedicação. Isso porque somos seres humanos que têm inúmeros desejos. Nossos desejos estão sempre contidos em uma dinâmica: ora realizamos um, ora queremos mais e mais. Não é a toa que Maslow desenvolveu a pirâmide das necessidades onde a auto-realização, fase a auto-estima, está no movimento do desejar sempre para se realizar (momentaneamente).
Nós nunca estamos 100% satisfeitos com alguma coisa. Quando realizamos um desejo aqui, logo depois idealizamos outra coisa. Assim se faz o amor.
Quando descobrimos que amamos alguém, nos encantamos com muita coisa que identificamos na pessoa. E, o que identificamos, é exatamente, aquilo que almejamos, ou seja, nos identificamos com a “nossa imagem”.
A fantasia de achar que o outro é a alma gêmea a alma enaltece, até que um dia a casa cai. Ihhhhhhhhhh!!!!!!!!! O que fazer???
Não há regras. O que posso dizer é que só se sabe se é amor de verdade, quando este é um desejo, aquilo que vai fazer você sempre voltar para ele, mesmo querendo ir para outro lado. Só se sabe se é amor de verdade, quando se consegue lidar com a desilusão. E, em meio a esse processo da vida, árduo e longo, nem sempre cuidamos de quem amamos.
Faça valer a pena o amor. E como fazer?
Pense, porque eu também não sei.
Há quem acredita incondicionalmente. Eu, porém, tenho minhas críticas.
Você sempre está de bem com a vida para amar? Acho que a resposta para essa pergunta é: nem sempre.
Somos providos de um imaginário que viaja no mundo da lua. Acreditamos que para um relacionamento dar certo não deve haver brigas, acreditamos em príncipe encantado, no homem ou mulher ideal. Acreditamos na verdade, na nossa fantasia e não na realidade.
Posso estar sendo dura nas palavras, mas afinal, a vida não é dura?
Quando a gente ama, cuidamos da outra pessoa com muito afinco, atenção, cuidado. Mas existem momentos da nossa vida que esse cuidado deixa a desejar.
Nem sempre estamos dispostos a olhar para o outro com tanta dedicação. Isso porque somos seres humanos que têm inúmeros desejos. Nossos desejos estão sempre contidos em uma dinâmica: ora realizamos um, ora queremos mais e mais. Não é a toa que Maslow desenvolveu a pirâmide das necessidades onde a auto-realização, fase a auto-estima, está no movimento do desejar sempre para se realizar (momentaneamente).
Nós nunca estamos 100% satisfeitos com alguma coisa. Quando realizamos um desejo aqui, logo depois idealizamos outra coisa. Assim se faz o amor.
Quando descobrimos que amamos alguém, nos encantamos com muita coisa que identificamos na pessoa. E, o que identificamos, é exatamente, aquilo que almejamos, ou seja, nos identificamos com a “nossa imagem”.
A fantasia de achar que o outro é a alma gêmea a alma enaltece, até que um dia a casa cai. Ihhhhhhhhhh!!!!!!!!! O que fazer???
Não há regras. O que posso dizer é que só se sabe se é amor de verdade, quando este é um desejo, aquilo que vai fazer você sempre voltar para ele, mesmo querendo ir para outro lado. Só se sabe se é amor de verdade, quando se consegue lidar com a desilusão. E, em meio a esse processo da vida, árduo e longo, nem sempre cuidamos de quem amamos.
Faça valer a pena o amor. E como fazer?
Pense, porque eu também não sei.
