Fiz mais do que posso
Vi mais do que aguento
E a areira dos meus olhos é a mesma
Que acolheu minhas pegadas
Depois de tanto caminhar
Depois de quase desistir
Os mesmos pés cansados
Voltam pra você
Eu lutei contra tudo
Eu fugi porque era seguro
Descobri que é possível vier só
Num mundo sem verdade
Depois de tanto caminhar
Depois de quase desistir
Os mesmos pés cansados
Voltam pra você
Meus pés cansados de lutar
Meus pés cansados de fugir
Os mesmos pés cansados voltam pra você
Pra você.
PARA VOCÊ MEU BEBÊ LINDO, MINHA VIDA, MEU TUDO.
TE AMO TANTO TANTO TANTO TANTO QUE DÓI!
DESPERTAR DA VIDA
É um blog criado para oferecer várias opções de leitura, sem tema específico. Aliás, se "vida" servir, então, que considere O DESPERTAR DA VIDA como tema de profunda relevância. Afinal, a vida é cheia de subtemas a serem relatados. Que você consiga encontrar um subtema a seu favor. Aproveite
sexta-feira, 12 de julho de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
O amor pede invenção e responsabilidade no que antes era tradição e disciplina.
Há um novo amor no ar da pós-modernidade.
Nós, humanos, nos diferenciamos dos animais também pela multiplicidade de formas de amar que recobre a paisagem de cada época. Uma vaca não muda a maneira de amar e nem de se declarar. Dá para imaginar? Humanos, sim, a ponto de sabermos que o amor embalado pela bossa nova é diferente daquele do hard rock e que a musa dos menestréis, cheia de panos, não teria sido nenhuma garota de Ipanema de biquíni.
Nossa época se caracteriza por relações horizontais do laço social. Estamos em uma sociedade de rede, na qual as hierarquias foram achatadas e os padrões pulverizados. Não fazemos mais as coisas em nome de um bem maior ou supremo, mas porque queremos. Assim também é o amor atual.
Até bem pouco tempo, uma casal dizia que não se separava por algum motivo suplementar ao relacionamento amoroso em si. Ouvimos muito: – Só fico com você porque jurei ao seu pai em seu leito de morte que lhe cuidaria; – Só fico com você por causa de nossos filhos, não os quero ver em lares divididos; – Só fico com você, porque o que Deus uniu, que não separe o homem!; – Só fico com você por nossa vida econômica, social ou política. Em quaisquer desses exemplos tão comuns há sempre a presença de um terceiro – pai, filhos, Deus, dinheiro, patrimônio. Não é, ou não será mais assim.
O amor de hoje pede invenção e responsabilidade no que antes era tradição e disciplina. Se uma pessoa está com outra é – antes de qualquer nobre motivo – porque quer. Isso informa que não adianta se sentar para discutir relação; todos sabem que esse é o melhor caminho da discórdia. Não amamos alguém pelo que o outro pensa ser amado, e nem mesmo por aquilo que nós pensamos. Quem já não teve a experiência de encontrar um par perfeito em tudo salvo em um detalhe não tão pequeno: a falta do amor? E ter de se despedir com uma pena danada daquele que seria o amor ideal, quem?
Pais contam nos consultórios dos psicanalistas suas aflições frente a aparente superficialidade de seus filhos ficantes que distribuem beijos de boca em boca nas baladas eletrônicas. Calma. Essa moçada é também aquela que não fará concessão por amores arranjados e acomodados. O novo amor da pós-modernidade representa um novo tipo de humanismo, uma transcendência laica. Se não morremos mais por grandes causas, morremos por quem nos toca de perto, por quem divide nossa vida no impossível do vazio das grandes causas. Não se pergunta mais se você compreendeu o que eu disse, se pergunta: tá ligado? Esse “tá ligado?” quer saber se o que me toca, de alguma forma te toca, não no mesmo sentido que tem para mim, mas na mesma ligação compartida. Daí o novo amor pedir invenção, no que antes era significado pela tradição, e responsabilidade de um querer ético, onde antes estava a disciplina do comportamento moral.
Ouve-se a pergunta que não quer calar: E daí, melhorou o amor?
Ah, isso é coisa para cada um responder, tá ligado?
FONTE: http://www.ipla.com.br/editorias/acontece/um-novo-amor-esta-no-ar.html (Instituto da Psicanálise Lacaniana)
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Minha razão de tudo deu luz em minha vida...
Os dias tornaram-se mais leves... os problemas menos importantes... a carência virou aFETO... as noites mais preenchidas... e meu sonho realizado.
Minha razão de tudo faz minha vida colorida... faz eu esquecer do mundo hipócrita e dar lugar ao meu mundo que está a se desenvolver todos os dias.
Minha razão de tudo é meu coração que vai bater fora de mim e ainda sim, tomará conta de todo o meu ser.
FELICIDADE É ISSO: É FAZER COM QUE MEU aFETO SEJA MINHA RAZÃO DE TUDO e mais ninguém.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
quarta-feira, 16 de maio de 2012
O BAILE
E o corpo flutua, se insinua; beijo outros olhares, me intimido com outras bocas. Mas meu coração sente somente nossa canção.
Tento calar minha emoção, me perder nos erros, cair em novas tentações. Mas acho que morri para o mundo.
Vivo relações secas e, embora cheias de encantos, não têm tanto significado. Gozo de uma pulsão de morte implacável.
Meu fim?!
Nesse vai e vem, nesse querer bem, há lamentos. A dança feliz, enbanjando mocidade, leveza e esperança, na verdade é triste.
Eu gosto de tristeza? Acostumei-me.
Lembro-me que sempre fui assim: recolhida em meu quarto, chorava em meio as minhas crises de adolescência e, aproveitava para dar lugar à razão.
O que era melhor pra mim?
Eu disse: me formarei agora e depois farei o curso que mais gostaria. E, sem querer... PLIN!!!! - o sonho tornou-se realidade.
Hoje eu digo: não quero mais isso, quero paz de espírito, dar lugar a novas oportunidades, amores, terrores, vendavais... PLAFT!!! - nada acontece.
E o baile continua...
Na furtacor da noite, meu corpo fala movido à canção da minha terra, mas meu coração fala movido à canção do amor.
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