segunda-feira, 20 de junho de 2011

CONCEITOS BÁSICOS



A Psicanálise é um recurso teórico rigoroso que estabelece o inconsciente como determinante na vida do sujeito. Ela vem mostrar o que está por trás do que mostramos, de quem mostramos, do que falamos e porque sentimos e agimos, enfim, porque gozamos.Portanto, a psicanálise criada por Freud desde o século XX, oferece conceitos que aqui serão elencados para que se possa entender os escritos posteriores.· Castração: representa uma experiência psíquica completa inconscientemente, vivida pela criança por volta dos cinco anos de idade e decisiva para a assunção de sua futura identidade sexual. A criança reconhece a preço a angústia, a diferença anatômica entre os sexos. [...] Terá de aceitar que seu pênis de menino jamais lhe permitirá concretizar seus intensos desejos sexuais em relação à mãe. (Nasio, p. 13, 1997). O menino teme a castração como realização de uma ameaça paterna em resposta às suas atividades sexuais, surgindo daí uma intensa angústia de castração. Na menina a ausência do pênis é sentida como um dano sofrido que ela tenta negar, compensar ou reparar. Está em estreita relação como complexo de Édipo e, mais especificamente, com a função interditória e normativa. (Laplanche, p. 73, 2001). Na “ameaça de castração” que cela a proibição do incesto, vem encarnar-se a função da Lei enquanto institui a ordem humana [...] (Laplanche, p. 76, 2001);· Fantasia: roteiro imaginário em que o sujeito está presente e que representa, de modo mais ou menos deformado pelos processos defensivos, a realização de um desejo e, em última análise, de um desejo inconsciente. (Laplanche, p. 169, 2001);· Ideal: de idealização, significa um processo psíquico pelo qual as qualidades e o valor do objeto são levados à perfeição. A identificação com o objeto idealizado contribui para a formação e o enriquecimento das instâncias ideais da pessoa (ego ideal, ideal do ego). (Laplanche, p. 224, 2001);· Narcisismo: por referência ao mito de Narciso, é o amor pela imagem de si mesmo. (Laplanche, p. 287, 2001). Existe o narcisismo primário onde o próprio corpo é objeto de amor, e o narcisismo secundário onde o sujeito adquire a sua própria imagem por meio da imagem do outro. Procuramos nós mesmos no outro, o que Lacan chamou de “estágio do espelho”;· Psicanálise: disciplina fundada pro Freud a qual pode-se distinguir três níveis: a) Um método de investigação que consiste em essencialmente em evidenciar o significado inconsciente das palavras, das ações, das produções imaginárias (sonhos, fantasias, delírios) de um sujeito. Baseia-se nas associações livres do sujeito que são a garantia de validade da interpretação. A interpretação psicanalítica pode estender-se a produções humanas para as quais não se dispõe de associações livres; b) Um método psicoterápico baseado nesta investigação e especificado pela interpretação controlada da resistência, da transferência e do desejo. O emprego da psicanálise como sinônimo de tratamento psicanalítico está ligado a este sentido: começar uma psicanálise (ou uma análise); c) Um conjunto de teorias psicológicas e psicopatológicas em que são sistematizados os dados introduzidos pelo método psicanalítico de investigação e de tratamento. (Laplanche, p. 385, 2001);· Recalque: entendida como a pedra angular onde se baseia toda a estrutura da psicanálise. É um mecanismo inconsciente, onde se nega algo insuportável para a consciência, antes de qualquer juízo negativo, condenatório por parte do sujeito. Freud apud Jorge (2002), afirma que a essência do recalque consiste simplesmente em afastar determinada coisa do consciente, mantendo-a a distância;· Repressão: é um mecanismo de defesa consciente, proveniente de ações externas. Em Laplanche, p. 457, 2001), significa em sentido amplo, operação psíquica que tende a fazer desaparecer da consciência um conteúdo desagradável ou inoportuno: idéia, afeto, etc. Neste sentido, o recalque seria uma modalidade especial de repressão;· Realidade: expressão utiliza muitas vezes por Freud para designar aquilo que no psiquismo do sujeito apresenta uma coerência e uma resistência às da realidade material; trata-se fundamentalmente do desejo inconsciente e das fantasias conexas. (Laplanche, p. 426, 2001).

PSICANÁLISE E EDUCAÇÃO







Como pensar a educação numa perspectiva psicanalítica? Freud vem então discorrer sobre esse tema, logicamente, baseando-se na sexualidade.
Sabe-se que somos marcados por uma Lei que organiza nossa sexualidade e, por consequência, nos organiza socialmente. Essa Lei a que Freud cita, é estabelecida num processo inconsciente de castração, onde meninos e meninas são impedidos de realizar seu desejo, o incesto.
Somos proibidos moralmente de transar com pai, mãe, irmãos. Essa Lei vem organizar então, a sexualidade e abrir portas para o educar, seja no núcleo familiar, seja nas escolas e em outras instituições.
Hoje, julgamos que temos uma moral sexual civilizada, mesmo com tantos excessos. O que Freud vem criticar são exatamente os excessos de repressão que impedem a criança de ser mais autônoma
, de ter sua própria forma de gozar da vida. É correto que se estabeleça limites, mas também é correto que o abuso de poder de quem tem certa autoridade contribui para uma sociedade menos criativa e mais reprimida.
Vê-se que os papéis estão se invertendo e a educação torna-se cheia de excessos onde os pais narcísicos já não assumem suas responsabilidades e as repassam para as escolas. Logo, a escola é obrigada a ensinar como se relacionar, enfim, fica responsável por educar e não, disseminar conhecimento.
Porém, não é só nas escolas e na família que a educação está equivocada. Freud vem afirmar que a religião contribui para o recalque. Em outras palavras, a religião é mais um consolo ilusório para amenizar o peso da vida. De certo, a religião tem seus bons feitos e efeitos, mas o que Freud tenta explicar é que deve-se ter uma educação voltada para a realidade.
Temos uma realidade que não deve ser negada e sim questionada, trabalhada em prol de uma sociedade mais consciente de seus atos. É claro que a questão narcísica, os ideais estarão sempre presentes no sujeito, influenciando na sua forma de gozar a vida. Mas quando se pensa em uma educação voltada para a realidade, pensa-se em um nível crítico elevado do ser e do estar. Mas as coisas não são bem assim.
O pedagogo se questiona, mas ainda é obrigado a atuar como pai e mãe; os pais ainda procuram consolos que amenizem as suas ações frustradas, estando sempre ocupados para educar e repassando suas responsabilidades, omitindo-se na educação e o psicanalista tendo o papel de reeducar. Como solução para nossa civilização alienada, Freud aposta na assunção da castração pela humanidade.
É na castração que conhecemos a diferença não só da sexualidade, mas a diferença do que é permitido e do que é proibido. Descobre-se os lados opostos, o sim e o não, a ordem e a desordem. Assim sendo, talvez se consiga amenizar essa cegueira civilizatória, e passar a enfrentar a realidade que tanto nos angustia, mas o que se pode afirmar é que enquanto isso, a psicanálise se encarrega de incomodar os acomodados.

PSICANÁLISE E DIREITO


O Estado mostra um discurso fantasioso a favor da sociedade e, o termo fantasioso não é equivocado para uma sociedade realisticamente idealista. É fantasioso porque o ideal nos tapa os olhos, o Estado revela ao povo uma promessa da eficiência de leis que regulam o comportamento humano e que tapam os olhos e os ouvidos para as verdadeiras façanhas da vida.
É claro que leis são necessárias para impor ordem social, porém, o surgimento exacerbado de leis não garantem soluções para certas desordens sociais como a exclusão e desigualdade social, por exemplo. A Lei que Freud salientou, capaz de realisticamente estabelecer essa ordem, cai em desuso e cada vez mais dá lugar a leis idealistas, provenientes de um legislativo que sonha com a perfeição do ser.
Sabe-se que somos sujeitos desejantes e o desejo, por si só, é complexo, pelo fato de nos propiciar um gozo ímpar, um gozo singular, onde cada sujeito tem sua forma de gozar da vida. Essa forma particular de ver e gozar está presente inclusive, nos magistrados que também são sujeitos e que pensam leis que cada vez mais regulam o agir das pessoas, como forma de apaziguar lacunas sociais. Mas como tapar uma lacuna social se somos também vazios, cheios de fragmentos?
Por trás de um magistrado existe subjetividade, uma subjetividade que o Estado exige que se passe por cima em prol do bem social. De certo, deve-se pensar no bem da coletividade para propiciar à sociedade mais justiça e igualdade. Porém os interesses da coletividade é o que menos interessa.
A minoria que tem o poder econômico é exatamente a minoria que tem o poder de decisão. Decisão essa de agir fantasiosamente em prol da sociedade, mas que na realidade, age em prol de seu próprio interesse. Como consequência, de um liberalismo clássico, que nutre pela igualdade, fraternidade e liberdade, dá-se lugar ao neoliberalismo que é marcado pela desigualdade, competitividade e eficiência. Nossa sociedade capitalista nos exige menos subjetividade e mais eficiência no mercado. Exige que estejamos cada vez mais capacitados e qualificados para entrarmos no mercado globalizado e isso, querendo ou não, faz com que excluamos os que não conseguem se adaptar à realidade.
Ainda nessa sociedade capitalista, o Estado que prega justiça, vê sua força frouxa, diminuída por dois parâmetros: primeiro pelo fato do próprio Estado, agindo por seus próprios interesses, acaba se corrompendo, já que são movidos por seu narcisismo desenfreado; segundo, o Estado incapaz de solucionar os problemas sociais, criam medidas paleativas como forma de “calar a boca” dos cidadãos que clamam por justiça, fazendo destes, meros fantoches. Dentre essas medidas paleativas, o Estado cria leis e mais leis punitivas, negando que, o “buraco” está mais embaixo.
A educação, a saúde, a segurança ainda estão a clamar por seu devido lugar na sociedade, sendo reclamadas por uma maioria que vomita injúrias e revolta contra uma minoria. Porém, a opinião pública é fraca, os movimentos sociais também são deficientes, não têm respaldo; os direitos humanos e sociais não são levados a sério; em resumo, não se faz uma política pública capaz de garantir os direitos fundamentais de que tanto se fala.
Se estamos falando de ideais de boa gestão pública, nada mais do que pensar em que talvez, um dia, nasça um capitão Nascimento semelhante ao do filme TROPA DE ELITE, que seja sagaz o suficiente para mostrar ao mundo como se trabalha e quem são os senhores que detém a tão sonhada qualidade de vida. E vendo a coisa de forma mais realista, quem sabe, possa-se encontrar uma solução ou então uma medida mais plausível para a sociedade que não seja paleativa e debochada, como as ruas de São Luís.





quarta-feira, 16 de março de 2011

O GRANDE MAL QUE FAÇO É A MIM MESMA....

PASSAM OS DIAS E EU AINDA TENHO DÚVIDAS
DÚVIDAS DE MIM SOBRE MIM...
DÚVIDAS DO QUE SINTO DO QUE NÃO SINTO
DÚVIDAS DO QUE OUÇO


SUFOCO!


O GRANDE MAL QUE FAÇO É A MIM MESMA...


SINTO A NECESSIDADE DE SER AMADA
NÃO SEI SE ISSO É ERRADO.
SINTO A NECESSIDADE DE SER VISTA...
ISSO É INCERTO....

VC NO MEU MUNDO EMBREAGADO DE CERTEZA
EU NO MEU MUNDO EMREAGADA DE LOUCURA
ESSA TAL LOUCURA CERTA E CHEIA DE SURPRESAS


Q MAL!


Q BEM ME FAZ TER CERTEZA DA INCERTEZA...
SOFRO COM A CERTEZA INCERTA...
PQ SE FOR CERTA...
A QM AMAREI SENÃO MINHA PRÓPRIA FANTASIA?
MEUS PRÓPRIOS LAMENTOS...?


O GRANDE MAL QUE FAÇO É A MIM MESMA...


PORQUE PENSO ESSAS COISAS QDO POSSO SER OTIMISTA...
MAS QM PODERÁ DIZER Q NÃO SOU QDO A ILUSÃO DO SER ME FAZ FELIZ...
QDO A ILUSÃO DO ESTAR ME FAZ BEM...
ISSO TB É FANTASIA...

QUEM?

Já escondi um AMOR com medo de perdê-lo, já perdi um AMOR por escondê-lo.Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.Já tive crises de riso quando não podia.Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade... Já tive medo do escuro, hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali".Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE!Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer:- E daí? EU ADORO VOAR!


Clarice Lispector

quinta-feira, 3 de março de 2011


Gente...


não sei se estudo ou rabisco aqui ... Oh dor!


Mas diante da tentação, posto um poema de Vinícius de Moraes:


"SONETO DO AMOR DEMAIS"


Não, já não amo mais os passarinhos

A quem triste, contei tanto segredo

Nem amo as flores despertadas cedo

Pelo vento orvalhado dos caminhos.
Não amo mais as sombras do arvoredo

Em seu suave entardecer de ninhos

Nem amo receber outros carinhos

E até de amar a vida tenho medo.
Tenho medo de amar o que de cada

Coisa que der resulte empobrecida

A paixão do que se der à coisa amada
E que não sofra por desmerecida

Aquela que me deu tudo a vida

E que de mim só quer amor - mais nada.

Desilusões da Vida


"Quem por esta vida, passou em branca nuvem e em plácido repouso adormeceu. Quem não sentiu o frio da desgraça. Quem passou pela vida e não sofreu. Foi espectro de homem, não foi homem. Só passou pela vida, não a viveu."


Francisco Otaviano

Laboro

Qual o melhor emprego?

Aquele que te dá um retorno financeiramente?
Aquele que te sacia com grandes vínculos afetivos?
Aquele cujo chefe é... bacana?
Ou aquele que só você dita seus horários?
É aquele em que você tem livre arbítrio para ser você?
Aquele em que sua opinião deve ser sempre ouvida?
Aquele onde não há pontos negativos?

Afinal, qual o emprego perfeito?

Aquele que te dará retorno financeiro, mas nem sempre é assim. Quando o dinheiro não compensa, o sentir-se feliz onde trabalha pode ser proveniente dos vínculos afetivos, os vínculos informais que são capazes de enaltecer nossos pensares.

Aquele em que o chefe pode até ser "mal", mas sabe reconhecê-lo quando devido. Reconhecer sua disciplina, seus serviços, sua eficiência, mesmo com seus atropelos de vez em quando.

Aquele em que a empresa, órgão, instituição pode até ser conservadora, mas delineia metas e te faz participar do sucesso. Afinal, empresas conservadoras também tem seus talentos e sucesso.

Aquele em que você se sinta bem pelo motivo que só cabe a você, onde é respeitado o livre arbítrio de cada um. Livre arbítrio não quer dizer que possa falar tudo o que pensa ou ouvir tudo o que querem te dizer, mas pode ser resumido em respeito mútuo.

Aquele que tem valores e cultura boa e ruim. Pois nem sempre o que é bom para você é bom para mim e o que é ruim para você, seja ruim para mim também.

O melhor emprego para mim é aquele que faço por merecer e que me valoriza quando mereço, seja de que forma for, mas não esquecendo de que, acima de tudo, vem seu papel enquanto subordinada, devendo sempre agir de forma ética.

E se vc não gosta de ser subordinado...

Vai ser doutor!

Há tantos por aí.... vc só seria mais um.

Felicidade em sua carreira.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Confissão

Estou lendo um livro bastante instigante, que tem em suas páginas frases conscientes, que me forçam a refletir sobre meu papel na vida.

Até agora, a frase que mais me prendeu foi:

"Sufoque a defesa...
Apenas ouça cuidadosamente as perguntas e faça o melhor que puder para respondê-las. Não discuta. Você terá chance de explicar o seu lado da história mais tarde."

A defesa é um mecanismo normal e inevitável do ser humano. Costumamos negar o óbvio, sufocar a dor para não sofrer, costumamos nos projetar no outro em busca de respostas para nossas carências... enfim... fazemos tantas coisas e não paramos para pensar no porquê delas. E muitas das vezes qdo pensamos, não conseguimos respostas.

Ao terminar de ler a frase, indaguei:

- Quem pergunta mais, eu ou o outro?

Geralmente quem tem dúvida é quem está se incomodando. Quem não a tem, está acomodado.

Prefiro ter dúvidas a não ser uma metarmofose ambulante. Prefiro buscar respostas em busca da felicidade. Prefiro crescer, mesmo errando.

E vc?

Avesso






A vida da gente nos prega as maiores travessuras, das mais leves as mais árduas. O que difere uma da outra é o olhar de cada um. Certo. E aí?

Bem! Para bom entendedor, às vezes nem sempre meia palavra basta. Um belo dia vc cria coragem para pensar, somente, pensar, sobre o que te deixa aflita, carente, solitária e acaba por se perder em meio a seus conflitos....

Xiiiiiiiihhh!!!!!!!!

Os conflitos viram a vida ao avesso para que a gente possa colocar nossa vida na melhor posição. Só que para isso, precisamos dar uma volta tremenda nos medos, nas angústias, nas nossas sombras para podermos ao menos, por um insight, percebermos que não vale a pena se exigir tanto.

É bom pensar e agir quando se deve agir. Muitas das vezes vamos nos atropelar, se arrepender, mas outras podemos sair vencedores, quem sabe, vencendo somente a nós mesmos ou então, conseguindo o que queremos. Mas a maior glória será quando o avesso da vida se transformar no avesso à cegueira.

Avesso à cegueira....!!!!!!!!!!!