
Dentre as inúmeras instâncias que nos preocupamos na vida, encontram-se as mais avassaladoras, aquelas que, se dão errado, todos os outros feitos na vida não se desenvolverão com grande dedicação e êxito. Para ser mais clara, estou falando de instâncias do coração, do pensamento. Falo de afetividade, de singularidade, do que é verdadeiro para si.
Quando brigamos com o namorado, com os pais, com o marido, quando nos indignamos com a vida, quando tentamos solucionar problemas pessoais, os quais não conseguimos resolvê-los em tempo hábil, quando nos sentimos impotentes, sem rumo em certos momentos, estamos carimbando um caminho que vai influenciar na forma de como desenrolamos nossa vida. Desenrolar a vida é perceber “coisas” minuciosas, pensar sobre elas e partir para a ação. E, é claro, que isso não é uma auto-ajuda, mas apenas uma porta que sirva como referência para quem quiser passar por ela.
Perceber, refletir e agir, nem sempre dão resultados positivos. Daí o complexo de se escolher um caminho “certo” para diluir coágulos. A motivação que paira sobre a pessoa que sofre, influencia no modo de ver os fatos com clareza, no modo de agir. Os incentivos também, na maioria das vezes, não são os mais louváveis, porque, geralmente, encontramos mais pessoas para apontar nossos defeitos a apontar nossos bem feitos.
A vida, por ela própria, já é cheia de sol e tempestade. Fica mais difícil, quando esse contraste sai de dentro de nós, quando o sol que nos faz brilhar se depara com medos, angústias, frustrações, raiva, mágoa, baixa-estima, sentimento de culpa, solidão. Fica muito mais difícil escolher um bom caminho, quando não entendemos o que estamos sentindo, quando não sabemos que ação tomar, primeiramente, ao nos deparar com essas tempestades.
O Conduzir a vida é digno de aplausos não quando evitamos furacões, mas quando partimos desses furacões para superar nossas limitações: fazer da decepção um aprendizado, fazer da mágoa o perdão, fazer das lágrimas o sorriso, fazer das pedras um caminho, fazer da noite o dia, fazer do medo a coragem.
Costumamos enxergar as coisas boas antes das más, nos iludindo pensando que a vida sempre é bela. No meu ponto de vista, e de acordo com minha história, enxergar as coisas ruins primeiramente, me remete às coisas que ainda tenho que superar para alcançar as boas. E assim, por vezes, consigo ser sincera comigo mesma. Não implica dizer que me guio pelas coisas ruins, implica sim, em afirmar, que somos felizes porque conhecemos a tristeza, amamos porque conhecemos o ódio, sorrimos porque conhecemos o chorar.
A vida é feita de contradições, de barreiras a serem superadas e, são com elas, que devemos aprender a dar o primeiro passo para andar, que devemos aprender a caminhar com graça.
Quando brigamos com o namorado, com os pais, com o marido, quando nos indignamos com a vida, quando tentamos solucionar problemas pessoais, os quais não conseguimos resolvê-los em tempo hábil, quando nos sentimos impotentes, sem rumo em certos momentos, estamos carimbando um caminho que vai influenciar na forma de como desenrolamos nossa vida. Desenrolar a vida é perceber “coisas” minuciosas, pensar sobre elas e partir para a ação. E, é claro, que isso não é uma auto-ajuda, mas apenas uma porta que sirva como referência para quem quiser passar por ela.
Perceber, refletir e agir, nem sempre dão resultados positivos. Daí o complexo de se escolher um caminho “certo” para diluir coágulos. A motivação que paira sobre a pessoa que sofre, influencia no modo de ver os fatos com clareza, no modo de agir. Os incentivos também, na maioria das vezes, não são os mais louváveis, porque, geralmente, encontramos mais pessoas para apontar nossos defeitos a apontar nossos bem feitos.
A vida, por ela própria, já é cheia de sol e tempestade. Fica mais difícil, quando esse contraste sai de dentro de nós, quando o sol que nos faz brilhar se depara com medos, angústias, frustrações, raiva, mágoa, baixa-estima, sentimento de culpa, solidão. Fica muito mais difícil escolher um bom caminho, quando não entendemos o que estamos sentindo, quando não sabemos que ação tomar, primeiramente, ao nos deparar com essas tempestades.
O Conduzir a vida é digno de aplausos não quando evitamos furacões, mas quando partimos desses furacões para superar nossas limitações: fazer da decepção um aprendizado, fazer da mágoa o perdão, fazer das lágrimas o sorriso, fazer das pedras um caminho, fazer da noite o dia, fazer do medo a coragem.
Costumamos enxergar as coisas boas antes das más, nos iludindo pensando que a vida sempre é bela. No meu ponto de vista, e de acordo com minha história, enxergar as coisas ruins primeiramente, me remete às coisas que ainda tenho que superar para alcançar as boas. E assim, por vezes, consigo ser sincera comigo mesma. Não implica dizer que me guio pelas coisas ruins, implica sim, em afirmar, que somos felizes porque conhecemos a tristeza, amamos porque conhecemos o ódio, sorrimos porque conhecemos o chorar.
A vida é feita de contradições, de barreiras a serem superadas e, são com elas, que devemos aprender a dar o primeiro passo para andar, que devemos aprender a caminhar com graça.
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